Pular para o conteúdo principal

A internet das coisas

Serão mais de quatro equipamentos conectados por habitante da Terra e as cidades, que concentrarão 70% da população mundial, são as maiores responsáveis por essa expansão. Até 2020, existirão 34 bilhões de dispositivos – PCs, smartphones, tablets, smartTVs, relógios inteligentes e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) -, em todo o mundo, conectados à internet. Isso significa que são mais de quatro dispositivos para cada humano no planeta (a população mundial é de 7,426 bilhões de pessoas). O cálculo é da Business Intelligence (BI) e indica que a IoT tem o poder de revolucionar todas as coisas – casas, negócios e cidades inteiras. Apenas a IoT deve demandar investimento no quinquênio 2015/2020 de US$ 6 trilhões, ou 1,25% do PIB global no mesmo período. Esses US$ 6 trilhões gerarão retorno (ROI) de US$ 12,6 trilhões na década compreendida entre 2015-2025.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

TAM renova a imagem na maior campanha de marketing de sua história

Companhia aérea quer ser reconhecida internacionalmente como 'TAM Airlines' 22.02.2008 - 11:34 A TAM está iniciando ampla campanha de reposicionamento, com direito a nova logomarca. É a maior ação de marketing já feita pela empresa em trinta anos. A Y&R adotou o mote “Compromisso” na campanha, que envolve o “engajamento“ dos 22 mil funcionários da empresa com a “paixão pela aviação e o espírito de servir”. O trabalho da agência traduz estudo de branding desenvolvido pela Thymus Branding. "Fizemos um grande alinhamento na arquitetura da marca TAM”, diz Manoela Amaro, diretora de marketing. Segundo ela, isso foi realizado com a adoção do conceito de monomarca mais descritivo, com o objetivo de organizar as expressões relevantes das marcas. “Esse alinhamento trouxe também uma nova definição para a nomenclatura da marca utilizada nos mercados internacionais, que era adaptada país a país em idioma local, com a tradução de “companhia aérea brasileira"”, diz Manuela. “A...

Dores do marketing

 Apesar de tudo, o todo ainda é tudo. Nas andanças de uma vida de muitos desafios; Viramos para os lados em pontos de pressão; Que nos levam crer que o fim do corredor; não demora a chegar. A espinha esfria como gelo; os ombros endurecem como mármore; Até o ponto de sentirmos percorrer pelo corpo; As dores irradiarem como eletrodos bem conectados. Voltamos ao ponto de partida; Ou até onde achamos que a partida se iniciou, naqueles tempos; Tentamos pegar uma certa distância para ver melhor; O que fizemos e o que ainda está por ser feito; Aí encontramos brechas, ou melhor, verdadeiras valas nos planos; Maiores ou menores, todos um tanto rachados por um motivo só; Pela falta do acreditar. Eis que em todos os tempos; Assistimos o novo ser vilão e mocinho; O que não deixa de ser uma cilada; Evitado pelos assustados que o veem como um conto; Encarado pelos que, de tanto tentar; desistiram de fazer o mesmo, sempre. Essa é a eterna vida dos que trabalham com ardor...

Mas o que é Connect + Develop?

Mas que coisa interessante. Acabo de ter acesso a um interessante novo conceito apresentado por L. Huston em um seminário da HSM neste mês: Connect + Develop ou modelo de Inovação aberta. A idéia parte do princípio mais elementar que estudamos em Pesquisa: ouvir para solucionar problemas. Parece-me que o plus agora é que as empesas levam realmente a sério o que escutam de seus clientes/parceiros/comunidade e todos os possíveis entrevistados desse mundo afora. Trazendo o exemplo apresentado pelo palestrante: quando Rob McEwen assumiu como presidente, a Goldcorp, mineradora com sede no Canadá, identificou que o negócio tinha graves problemas de produtividade. O custo de extração da onça de ouro era de US$ 360, enquanto o preço no mercado alcançava apenas US$ 325. McEwen, então, iniciou um projeto ousado: lançou um desafio via web no qual disponibilizou todos os dados de prospecção da companhia e ofereceu recompensas para os mineiros virtuais que lhe oferecessem as melhores soluções. Mais...