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Mostrando postagens de junho, 2016

A internet das coisas

Serão mais de quatro equipamentos conectados por habitante da Terra e as cidades, que concentrarão 70% da população mundial, são as maiores responsáveis por essa expansão.  Até 2020, existirão 34 bilhões de dispositivos – PCs, smartphones, tablets, smartTVs, relógios inteligentes e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) -, em todo o mundo, conectados à internet. Isso significa que são mais de quatro dispositivos para cada humano no planeta (a população mundial é de 7,426 bilhões de pessoas). O cálculo é da Business Intelligence (BI) e indica que a IoT tem o poder de revolucionar todas as coisas – casas, negócios e cidades inteiras. Apenas a IoT deve demandar investimento no quinquênio 2015/2020 de US$ 6 trilhões, ou 1,25% do PIB global no mesmo período. Esses US$ 6 trilhões gerarão retorno (ROI) de US$ 12,6 trilhões na década compreendida entre 2015-2025.

Consumismo do conteúdo superficial

Nesses últimos tempos tenho refletido sobre como a humanidade tem se satisfeito com as meia dúzia de frases de um lead. Tendências do mundo ligeiro e global que, de uns tempos pra cá, buscam os brilhantes profissionais Multidisciplinares fez com que ficássemos pouco exigentes com o que consumimos quando o assunto é conteúdo.  O momento também das curtas frases de um Tweet ou das breves legendas das postagens do Facebook e Instagram, ou seja lá qual for a rede social, nos fez contentes com o pouco. Com o dito por dizer, com o não refletido em um contexto de construção de reflexão tangível. Cá entre nós, as repetições andam cansando. Os temas das fotos também. Perdemos a noção do que importa muitas vezes. Queremos ver o nada e comentar menos nada ainda. Acho até que o botão comentar deveria ser economizado para não nos fazer passar pelo vexame que é ler um tão batido "top", "curti" e outras tantas repetidas palavrinhas e ícones dessa nossa geração sem a menor inq...