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Recompensas e Cashbacks: Como Economizar e Ganhar Dinheiro

No mundo atual, onde cada centavo conta, aproveitar ao máximo as recompensas e cashbacks pode ser uma maneira inteligente de economizar dinheiro. Neste artigo, vamos explorar como esses programas funcionam e como você pode aproveitá-los ao máximo. 1. O que são recompensas e cashbacks: As recompensas são benefícios oferecidos por empresas como forma de incentivo para seus clientes. Já os cashbacks são uma forma de devolução de parte do valor gasto em uma compra. 2. Como funcionam os programas de recompensas: Os programas de recompensas geralmente estão ligados a cartões de crédito ou fidelidade de empresas. Ao utilizar esses cartões ou realizar compras em determinados estabelecimentos, você acumula pontos que podem ser trocados por produtos, descontos ou viagens. 3. Benefícios dos cashbacks: Os cashbacks oferecem a oportunidade de receber uma porcentagem do valor gasto em uma compra de volta para sua conta. Isso pode ser feito através de aplicativos ou plataformas online que têm parceri...
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O aquece o varejo?

Ano a ano, o padrão de impulsionamento do varejo se repete. Naturalmente os indicadores econômicos têm papel relevante neste cenário, mas o fato é que em todo pré momento pico de varejo, a leitura é pautada nos gatilhos emocionais de compra do clnsumidor. A cada dia estou mais certa de que o entendimento sobre o que se passa pela cabeça do consumidor é o que vai fazer um resultado positivo para o varejo em determinado período. Muito simle’s, pra, se o varejo compra pra vender meses depois para seu consumidor final, antever o que este cliente vai querer comprar é o ponto em questão: a chave do sucesso. Outro dia um artigo da Nector me chamou a atenção. Ele trazia sob o título “VENDAS NO VAREJO IMPULSIONADO PELA BLACK FRIDAY EM NOVEMBRO” uma propositura de que tal data promocional criada no início dos anos 90 na Filadelfia e incorporada ao calendario brasileiro foi a razão do aquecimento sazonal do setor. Não discordo, naturalmente temos neste período um hábito de dar uma olhada na...

Como vai o mercado?

Na minha rotina atribulada no comercial da TV, entre uma e outra reunião, sempre a mesma pergunta: "E então, Bartira, como anda o mercado?" Muito disso pelo meu dia a dia de análises incansáveis do mercado e do comportamento do consumidor e pela minha conhecida formação acadêmica no mestrado em Sociologia na UFS com ênfase em comportamento do consumidor. Sempre digo que isso é meio que uma formação continuada, porque estudo todos os dias sobre comportamento para ajudar os clientes da TV nas suas estratégias de marketing e vendas, como também por essa admiração que tenho pela ciência do consumo. O mais impressionante é que, a depender do movimento dos indicadores, assisto os resultados já indicados nas tendências dos estudos de consumo. Em cada segmento de mercado temos as mais variadas respostas no consumo: hora retraídos, hora aquecidos. Tudo isso é muito importante porque, a depender da eficiência do tempo de resposta dos players com vistas à tendência de aquecime...
Como caminha os dependentes Lido diferente com essa coisa de dependência Penso que recebemos a dádiva de imprimir musculatura nos pensamentos. Capacidade mágica de desenvolver inteligência. Tem gente que se prende  ao ter, ao fazer, mas esquece de pensar (tenho medo de gente que não pensa). Aí entregam sua possibilidade de Felicidade a outras pessoas, vivem como hospedeiros da vida alheia e botam na conta do outro o peso de fazê-las felizes. Tudo errado! Tudo torto! Eu não tenho muitas riquezas, mas tenho uma imensa capacidade de pensar, sou rica nisso. Me faz sonhar em tudo que ainda não sei que saberei fazer. As maiores possibilidades não as nao escritas, as nao lidas, as pensadas, refletidas! Então se a vida é assim tão corrida, porque perdemos tempo com coisas banais, ou gente banal... Melhor seguir construindo e não regredindo. Aos dependentes, lamentos. Aos que carregam estes, o estorvo.

A internet das coisas

Serão mais de quatro equipamentos conectados por habitante da Terra e as cidades, que concentrarão 70% da população mundial, são as maiores responsáveis por essa expansão.  Até 2020, existirão 34 bilhões de dispositivos – PCs, smartphones, tablets, smartTVs, relógios inteligentes e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) -, em todo o mundo, conectados à internet. Isso significa que são mais de quatro dispositivos para cada humano no planeta (a população mundial é de 7,426 bilhões de pessoas). O cálculo é da Business Intelligence (BI) e indica que a IoT tem o poder de revolucionar todas as coisas – casas, negócios e cidades inteiras. Apenas a IoT deve demandar investimento no quinquênio 2015/2020 de US$ 6 trilhões, ou 1,25% do PIB global no mesmo período. Esses US$ 6 trilhões gerarão retorno (ROI) de US$ 12,6 trilhões na década compreendida entre 2015-2025.

Consumismo do conteúdo superficial

Nesses últimos tempos tenho refletido sobre como a humanidade tem se satisfeito com as meia dúzia de frases de um lead. Tendências do mundo ligeiro e global que, de uns tempos pra cá, buscam os brilhantes profissionais Multidisciplinares fez com que ficássemos pouco exigentes com o que consumimos quando o assunto é conteúdo.  O momento também das curtas frases de um Tweet ou das breves legendas das postagens do Facebook e Instagram, ou seja lá qual for a rede social, nos fez contentes com o pouco. Com o dito por dizer, com o não refletido em um contexto de construção de reflexão tangível. Cá entre nós, as repetições andam cansando. Os temas das fotos também. Perdemos a noção do que importa muitas vezes. Queremos ver o nada e comentar menos nada ainda. Acho até que o botão comentar deveria ser economizado para não nos fazer passar pelo vexame que é ler um tão batido "top", "curti" e outras tantas repetidas palavrinhas e ícones dessa nossa geração sem a menor inq...

Dores do marketing

 Apesar de tudo, o todo ainda é tudo. Nas andanças de uma vida de muitos desafios; Viramos para os lados em pontos de pressão; Que nos levam crer que o fim do corredor; não demora a chegar. A espinha esfria como gelo; os ombros endurecem como mármore; Até o ponto de sentirmos percorrer pelo corpo; As dores irradiarem como eletrodos bem conectados. Voltamos ao ponto de partida; Ou até onde achamos que a partida se iniciou, naqueles tempos; Tentamos pegar uma certa distância para ver melhor; O que fizemos e o que ainda está por ser feito; Aí encontramos brechas, ou melhor, verdadeiras valas nos planos; Maiores ou menores, todos um tanto rachados por um motivo só; Pela falta do acreditar. Eis que em todos os tempos; Assistimos o novo ser vilão e mocinho; O que não deixa de ser uma cilada; Evitado pelos assustados que o veem como um conto; Encarado pelos que, de tanto tentar; desistiram de fazer o mesmo, sempre. Essa é a eterna vida dos que trabalham com ardor...