Pular para o conteúdo principal

TAM renova a imagem na maior campanha de marketing de sua história

Companhia aérea quer ser reconhecida internacionalmente como 'TAM Airlines'
22.02.2008 - 11:34
A TAM está iniciando ampla campanha de reposicionamento, com direito a nova logomarca. É a maior ação de marketing já feita pela empresa em trinta anos. A Y&R adotou o mote “Compromisso” na campanha, que envolve o “engajamento“ dos 22 mil funcionários da empresa com a “paixão pela aviação e o espírito de servir”. O trabalho da agência traduz estudo de branding desenvolvido pela Thymus Branding. "Fizemos um grande alinhamento na arquitetura da marca TAM”, diz Manoela Amaro, diretora de marketing. Segundo ela, isso foi realizado com a adoção do conceito de monomarca mais descritivo, com o objetivo de organizar as expressões relevantes das marcas. “Esse alinhamento trouxe também uma nova definição para a nomenclatura da marca utilizada nos mercados internacionais, que era adaptada país a país em idioma local, com a tradução de “companhia aérea brasileira"”, diz Manuela. “Agora, com a expansão internacional que atingimos, o objetivo é se beneficiar desta globalização”. A empresa adota agora a nomenclatura TAM Airlines. Gaivota - Sobre a logomarca, a executiva comenta que “os contornos ficaram mais arredondados e, para evidenciar a paixão por voar e servir, incorporamos um símbolo estilizado em forma de gaivota, na cor azul.”


Todas as aeronaves, as frotas de ônibus de passageiros, os veículos da divisão de cargas da companhia e demais pontos de contato com clientes receberão nova proposta visual para destacar a logomarca. Na mídia A campanha institucional na TV aberta e por assinatura estréia nesta sexta-feira, no intervalo do Jornal Nacional. Também está prevista a veiculação do filme no exterior. Para a campanha de mídia impressa, a Y&R criou encartes para as revistas semanais e mais 15 anúncios em página simples e duplas. A campanha também conta com material em mobiliário urbano e outdoor fora de São Paulo. A Dez Brasil e a Wunderman, também do Grupo Newcomm, serão responsáveis pelos desdobramentos de ações em outras áreas. A primeiral cuidará da folheteria e material de below the line. A Wunderman fará toda a comunicação online.
fonte: http://cidadebiz.oi.com.br/paginas/42001_43000/42586-1.html

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dores do marketing

 Apesar de tudo, o todo ainda é tudo. Nas andanças de uma vida de muitos desafios; Viramos para os lados em pontos de pressão; Que nos levam crer que o fim do corredor; não demora a chegar. A espinha esfria como gelo; os ombros endurecem como mármore; Até o ponto de sentirmos percorrer pelo corpo; As dores irradiarem como eletrodos bem conectados. Voltamos ao ponto de partida; Ou até onde achamos que a partida se iniciou, naqueles tempos; Tentamos pegar uma certa distância para ver melhor; O que fizemos e o que ainda está por ser feito; Aí encontramos brechas, ou melhor, verdadeiras valas nos planos; Maiores ou menores, todos um tanto rachados por um motivo só; Pela falta do acreditar. Eis que em todos os tempos; Assistimos o novo ser vilão e mocinho; O que não deixa de ser uma cilada; Evitado pelos assustados que o veem como um conto; Encarado pelos que, de tanto tentar; desistiram de fazer o mesmo, sempre. Essa é a eterna vida dos que trabalham com ardor...

Mas o que é Connect + Develop?

Mas que coisa interessante. Acabo de ter acesso a um interessante novo conceito apresentado por L. Huston em um seminário da HSM neste mês: Connect + Develop ou modelo de Inovação aberta. A idéia parte do princípio mais elementar que estudamos em Pesquisa: ouvir para solucionar problemas. Parece-me que o plus agora é que as empesas levam realmente a sério o que escutam de seus clientes/parceiros/comunidade e todos os possíveis entrevistados desse mundo afora. Trazendo o exemplo apresentado pelo palestrante: quando Rob McEwen assumiu como presidente, a Goldcorp, mineradora com sede no Canadá, identificou que o negócio tinha graves problemas de produtividade. O custo de extração da onça de ouro era de US$ 360, enquanto o preço no mercado alcançava apenas US$ 325. McEwen, então, iniciou um projeto ousado: lançou um desafio via web no qual disponibilizou todos os dados de prospecção da companhia e ofereceu recompensas para os mineiros virtuais que lhe oferecessem as melhores soluções. Mais...