Mas que coisa interessante. Acabo de ter acesso a um interessante novo conceito apresentado por L. Huston em um seminário da HSM neste mês: Connect + Develop ou modelo de Inovação aberta.
A idéia parte do princípio mais elementar que estudamos em Pesquisa: ouvir para solucionar problemas.
Parece-me que o plus agora é que as empesas levam realmente a sério o que escutam de seus clientes/parceiros/comunidade e todos os possíveis entrevistados desse mundo afora.
Trazendo o exemplo apresentado pelo palestrante: quando Rob McEwen assumiu como presidente, a Goldcorp, mineradora com sede no Canadá, identificou que o negócio tinha graves problemas de produtividade. O custo de extração da onça de ouro era de US$ 360, enquanto o preço no mercado alcançava apenas US$ 325. McEwen, então, iniciou um projeto ousado: lançou um desafio via web no qual disponibilizou todos os dados de prospecção da companhia e ofereceu recompensas para os mineiros virtuais que lhe oferecessem as melhores soluções.
Mais de 1.100 pessoas baixaram os dados. E o grupo vencedor recebeu US$ 95.000 dólares por um relatório que recomendava quatro pontos de exploração. Após o concurso, a Goldcorp deu um salto de rentabilidade e produtividade: o custo de extração baixou de US$360 dólares para US$55 dólares por onça e a quantidade de metal precioso retirada por ano pulou de 8 milhões de onças para 30 milhões.
Simples não? Nem tanto, para fazer uso de tal programa é preciso estar com a mente verdadeiramente aberta para as idéias de dentro e fora das empresas e isso significa mudar a cultura das empresas que estão acostumadas a desenvolver seus produtos dentro e, até mostrar ao consumidor, manter-los assim.
Será que chegamos mesmo ao limite da criação "in company"? Será que os canais contributivos que criamos não tem mesmo esse propósito? Estar mais perto e ouvir para oferecer produtos cada vez mais acertivos.
Take care! See you later.
A idéia parte do princípio mais elementar que estudamos em Pesquisa: ouvir para solucionar problemas.
Parece-me que o plus agora é que as empesas levam realmente a sério o que escutam de seus clientes/parceiros/comunidade e todos os possíveis entrevistados desse mundo afora.
Trazendo o exemplo apresentado pelo palestrante: quando Rob McEwen assumiu como presidente, a Goldcorp, mineradora com sede no Canadá, identificou que o negócio tinha graves problemas de produtividade. O custo de extração da onça de ouro era de US$ 360, enquanto o preço no mercado alcançava apenas US$ 325. McEwen, então, iniciou um projeto ousado: lançou um desafio via web no qual disponibilizou todos os dados de prospecção da companhia e ofereceu recompensas para os mineiros virtuais que lhe oferecessem as melhores soluções.
Mais de 1.100 pessoas baixaram os dados. E o grupo vencedor recebeu US$ 95.000 dólares por um relatório que recomendava quatro pontos de exploração. Após o concurso, a Goldcorp deu um salto de rentabilidade e produtividade: o custo de extração baixou de US$360 dólares para US$55 dólares por onça e a quantidade de metal precioso retirada por ano pulou de 8 milhões de onças para 30 milhões.
Simples não? Nem tanto, para fazer uso de tal programa é preciso estar com a mente verdadeiramente aberta para as idéias de dentro e fora das empresas e isso significa mudar a cultura das empresas que estão acostumadas a desenvolver seus produtos dentro e, até mostrar ao consumidor, manter-los assim.
Será que chegamos mesmo ao limite da criação "in company"? Será que os canais contributivos que criamos não tem mesmo esse propósito? Estar mais perto e ouvir para oferecer produtos cada vez mais acertivos.
Take care! See you later.
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