Pular para o conteúdo principal

Ferramenta interessante, vale a pena usar!

A pesquisa de mercado definitiva não custa nada para sua Instituição
Por Rafael Villas Boas*
Desde que ela tenha sido procurada, na média, mais de 100 mil vezes por mês nos portais do Google ou do Yahoo (que possuem o mesmo sistema de buscas), as Instituições de Ensino Superior podem conseguir em poucos segundos uma interessantes pesquisa de mercado. Com o Google Trends (www.Google.com/Trends) você pode medir as palavras mais procuradas no principal portal de buscas do mundo.
A título de curiosidade, o Google possui 24 milhões de usuários únicos no Brasil. O G-Mail (seu serviço de e-mail gratuito possui 8 milhões, o Orkut, site de relacionamentos, 12 milhões e o You Tube, 4 milhões). É a marca mais valorizada do mundo, avaliada em US$ 66.300.000.000,00, superando tradicionais gigantes da economia como a General Electric (GE) e a Coca-Cola, segundo o ranking BrandZ, publicado em abril pela empresa de consultoria Millward Brown. O valor da marca “Google”, que possui menos de uma década de história, cresceu 77% em relação ao ano de 2005. Em parte devido a ações inovadoras como a recente aquisição da Double Click (maior empresa de Mídia WEB do mundo), em parte pela excelência e inovação na prestação de serviços.
Foi o caso do “Trends”. Sistema por meio do qual um usuário consegue procurar e cruzar:- o nome de sua instituição, segmento de mercado etc, com até 4 outras palavras (desde que essas figurem na lista de 100 mil buscas/ mês);- filtrando essa busca por ano (de 2004, 2005, 2006 e 2007);- filtrando essa busca por mês;- por idioma, cidade e região mais pesquisada (dentro do Brasil e no mundo);- pela presença da palavra no Google News (notícias relacionadas a ela) e pela sua freqüência.
Um pouquinho mais de Internet no seu dia!Os estudantes universitários brasileiros vêm aumentando ano a ano o número de horas on line, segundo o Student Monitor. Em 2001 foram 10.6 horas por semana, em 2002, 11.9, em 2003, 13.1 e em 2004, 15.1.
Dos universitários brasileiros 43% gastam mais de 10 horas por semana na internet, 17% mais de 10 horas / semana assistindo televisão, e 2% lendo revistas e jornais.
Segundo a Harris Interactive for Alloy Media + Marketing, pesquisa realizada em Agosto de 2005, 71% dos estudantes utilizam a internet para enviar e receber e-mails. Do tempo investido diariamente na internet:
- 38% usam programas de instant messaging;
- 29% navegam em busca de diversão e entretenimento;
- 29% navegam em busca de notícias;
- 14% jogam on line;
- 13% visitam portais de relacionamento (comunidades on line);
- 12% realizam pesquisas escolares on line;
- e 10% acessam bancos por meio da internet.


* Rafael Villas Boas é jornalista com MBA em Marketing pela FGV, Consultor da Hoper Consultoria e Responsável pela Área de Atendimento da Educa Comunicação Educacional. E-mail: rafa_villas_boas@hotmail.com

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

TAM renova a imagem na maior campanha de marketing de sua história

Companhia aérea quer ser reconhecida internacionalmente como 'TAM Airlines' 22.02.2008 - 11:34 A TAM está iniciando ampla campanha de reposicionamento, com direito a nova logomarca. É a maior ação de marketing já feita pela empresa em trinta anos. A Y&R adotou o mote “Compromisso” na campanha, que envolve o “engajamento“ dos 22 mil funcionários da empresa com a “paixão pela aviação e o espírito de servir”. O trabalho da agência traduz estudo de branding desenvolvido pela Thymus Branding. "Fizemos um grande alinhamento na arquitetura da marca TAM”, diz Manoela Amaro, diretora de marketing. Segundo ela, isso foi realizado com a adoção do conceito de monomarca mais descritivo, com o objetivo de organizar as expressões relevantes das marcas. “Esse alinhamento trouxe também uma nova definição para a nomenclatura da marca utilizada nos mercados internacionais, que era adaptada país a país em idioma local, com a tradução de “companhia aérea brasileira"”, diz Manuela. “A...

Dores do marketing

 Apesar de tudo, o todo ainda é tudo. Nas andanças de uma vida de muitos desafios; Viramos para os lados em pontos de pressão; Que nos levam crer que o fim do corredor; não demora a chegar. A espinha esfria como gelo; os ombros endurecem como mármore; Até o ponto de sentirmos percorrer pelo corpo; As dores irradiarem como eletrodos bem conectados. Voltamos ao ponto de partida; Ou até onde achamos que a partida se iniciou, naqueles tempos; Tentamos pegar uma certa distância para ver melhor; O que fizemos e o que ainda está por ser feito; Aí encontramos brechas, ou melhor, verdadeiras valas nos planos; Maiores ou menores, todos um tanto rachados por um motivo só; Pela falta do acreditar. Eis que em todos os tempos; Assistimos o novo ser vilão e mocinho; O que não deixa de ser uma cilada; Evitado pelos assustados que o veem como um conto; Encarado pelos que, de tanto tentar; desistiram de fazer o mesmo, sempre. Essa é a eterna vida dos que trabalham com ardor...

Mas o que é Connect + Develop?

Mas que coisa interessante. Acabo de ter acesso a um interessante novo conceito apresentado por L. Huston em um seminário da HSM neste mês: Connect + Develop ou modelo de Inovação aberta. A idéia parte do princípio mais elementar que estudamos em Pesquisa: ouvir para solucionar problemas. Parece-me que o plus agora é que as empesas levam realmente a sério o que escutam de seus clientes/parceiros/comunidade e todos os possíveis entrevistados desse mundo afora. Trazendo o exemplo apresentado pelo palestrante: quando Rob McEwen assumiu como presidente, a Goldcorp, mineradora com sede no Canadá, identificou que o negócio tinha graves problemas de produtividade. O custo de extração da onça de ouro era de US$ 360, enquanto o preço no mercado alcançava apenas US$ 325. McEwen, então, iniciou um projeto ousado: lançou um desafio via web no qual disponibilizou todos os dados de prospecção da companhia e ofereceu recompensas para os mineiros virtuais que lhe oferecessem as melhores soluções. Mais...